A gente pode imaginar a vida e a felicidade como uma colcha de retalhos. Os momentos. A nossa vivência se divide em momentos bons e maus, longos e curtos, importantes e sem aparente importância. Essa dualidade nos divide, nos ensina, nos prepara, muitas vezes também nos frustra, nos entristece. Um só momento de poucos minutos, ou quem sabe segundos, pode mudar toda uma vida, nossa visão de mundo, nosso futuro. Achamos felicidade ou desventura quando menos esperamos em algum momento que não estava marcado pra acontecer.
“Felicidade se acha é em horinhas de descuido” (Guimarães Rosa)
Desde garoto a gente vai formando o caráter, as opiniões, as crenças, tudo de acordo com a vivência, as fases. Entenda como a maior parte dos grandes bandidos chegou onde está. Sua educação (ou falta dela), a ausência do Estado, a falta de recursos, toda uma conjuntura vai formando um delinqüente. Por vezes um rápido momento, uma cena traumática que se vê, uma surra, um abuso sexual ou uma perda modifica tudo.
Momentos... A gente vai vivendo, crescendo e passando por eles, cada um com suas substâncias, suas lições. Tem um texto na Bíblia, aquele famoso texto que trata do amor, explorado pela poesia e presente na música Monte Castelo, do Renato Russo. No final desse texto está escrito assim: “Quando eu era criança, falava, pensava e raciocinava como criança. Mas quando me tornei homem, meus pensamentos se desenvolveram muito além dos pensamentos da minha infância”. Os momentos nos moldam, para o bem ou para o mal.
O grande barato disso é a possibilidade de a cada momento bom ou ruim que a gente vive ou supera tirar grandes lições e a cada dia, ou a cada momento, nos tornar pessoas melhores.
Momentos... A gente vai vivendo, crescendo e passando por eles, cada um com suas substâncias, suas lições. Tem um texto na Bíblia, aquele famoso texto que trata do amor, explorado pela poesia e presente na música Monte Castelo, do Renato Russo. No final desse texto está escrito assim: “Quando eu era criança, falava, pensava e raciocinava como criança. Mas quando me tornei homem, meus pensamentos se desenvolveram muito além dos pensamentos da minha infância”. Os momentos nos moldam, para o bem ou para o mal.
O grande barato disso é a possibilidade de a cada momento bom ou ruim que a gente vive ou supera tirar grandes lições e a cada dia, ou a cada momento, nos tornar pessoas melhores.